sábado, 13 de fevereiro de 2016

Um dia de Ouro



Tudo aconteceu em abril de 2001. Quando planejei viajar para Belo Horizonte  buscando conciliar o prazer de rever a parentela mineira e vivenciar o meu aníver em estilo céu azul. Na bagagem, um jeans, coturno off-road, mochila, minha moderna camiseta Hering(câncer de mama no alvo da moda) destinada a viver aventuras. 
O dia estava lindo. Tirei da mala a indispensável vestimenta desde a juventude, tomamos café, e assim, eu e meu primo pegamos o bus no terminal rodoviário da Metrópole Jardim, rumo à antiga Vila Rica. Logo na chegada pude sentir o ar diferenciado.Acompanhados por um Guia, realizamos uma caminhada pelas históricas ladeiras por onde passaram os inconfidentes, escravos e tantos outros vencedores. Visitamos os museus, vielas com flores e demais atrativos turísticos de uma época barroca aparentemente esquecida. Frutos da corrida do ouro aliada ao trabalho das mãos dos artífices. Presente recreativo na cor laranja das lembranças guardadas no baú colonial retomadas por um dinâmico Trio, e eternizado em curto espaço de tempo.
A hora da partida ,anunciou a volta à realidade 21. Com a certeza de ter os Peixes como minha segunda pele em novas proezas.

Escrito.

KAF,
VCA

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Wednesday:Um bom dia..............


Tomar um café expresso consiste em um bom motivo para palavrear.
 São passos de refrigério a caminho da Confeitaria,ausentes daquela neura de comer deliciosos quitutes e fatídica consequência de uns quilinhos a mais.
 Hoje, a pausa do dia foi na Confeitaria Amorim.Um dos espaços desta Cidade, separados por mim para o desenvolvimento das minhas aventuras pelo mundo da escrita.A quantidade de guardanapos como papel-improviso destinado ao 'escrito prosaico' será reduzida.Aqui, muitas letras correm  efusivamente nas veias,artérias e arteríolas do ser. Dia possível para vôo  livre como pássaros poéticos e, pousar neste lugar acolhedor fora da esfera doméstica portando sapatos confortáveis, básica camiseta azul cobalto,mochilão étnico e batom vermelho. Coisa de poeta!
 Ao saborear o café com sua   "crema", me expresso em prosa e faço chover alegria e saciedade  em pão de queijo  com carne seca.Regionalidade simples e  degustativa  proporcionando um turbilhão de emoções gastronômicas.Deste modo, para esquecer a conjuntura política do presente em um instante de  aprendizado estrutural e amoroso.
 Viver na pós-modernidade tem sido um desafio de perseverança. Perseverança em olhar firmemente para o Autor e Consumador da verdadeira Fé.

Escrito,

KAF
FEV./2016